sexta-feira, 16 de março de 2012

FATORES QUE CONTRIBUEM NA FORMAÇÃO DE UM MISSIONÁRIO

É impressionante como no arraial evangélico tem surgido nesses últimos anos práticas que contrariam completamente a Palavra de Deus. Uma delas que quero me reportar nesse modesto estudo, está relacionado com o número exagerado de pessoas que são colocados na obra, como ministros ou missionários, logo que entram na igreja. Tais pessoas são consagradas pelas igrejas de uma forma rápida, sem que sejam avaliados se os mesmos possuem as exigências estabelecidas por Deus para os cargos os quais foram ou serão recomendados.

Não se forma um missionário e um pastor da noite para o dia, ambos para chegarem a receber esses títulos conferidos pela igreja, precisam ser aprovados primeiramente pela igreja por meio de sua dedicação a obra do Senhor isso leva tempo, existe um longo percurso que o candidato que deseja a obra missionária ou ao pastorado, precisa trilhar até poder está perfeitamente habilitado para desenvolver suas respectivas funções.


No texto em Atos 13.1-12, encontramos alguns fatores básicos que apontam ou sinalizam algumas características indispensáveis na formação de um missionário. Quais são essas características? Quero compartilhar com os amados um pouco da minha experiência nesses 17 anos como missionário e que resiste muito bem ao clivo da Palavra de Deus.

No versículo primeiro de atos 13, nos é apresentado uma série de nomes de doutores e mestres que serviam a Deus na Igreja que estava em Antioquia, dentre eles estão Paulo e Barnabé, que foram chamados pelo Espírito Santo para realizar a obra missionária. O que eu consigo enxergar nesse texto é que alguém que é chamado para a obra missionária, é alguém que já desenvolve UMA VIDA DE SERVIÇO NA IGREJA LOCAL. Tudo começa na igreja local, ela é a agencia de Deus aqui na terra que está autorizada a realizar a obra dEle, fora da igreja local não existe como alguém possa realizar a obra do Senhor. Paulo e Barnabé já desenvolviam atividades na Igreja de Antioquia, já serviam ao Senhor, sem ao menos serem chamados. E com certeza só foram chamados porque já eram compromissados com a obra do Senhor. O que tenho visto até dentro do nosso grupo em algumas igrejas, é certos pastores e igrejas indicarem e aprovarem candidatos para o seminário, sem que os mesmo nunca tenham demonstrado uma vida de serviço em suas respectivas igrejas. Deus não trabalha dessa maneira, precisamos copiar os padrões de Deus, não adianta formar um missionário a força, só irá causar dano as igrejas, ao Evangelho e ao movimento. Se o candidato não tem um habito em sua igreja local de evangelizar, distribuir folhetos, visitar os doentes de sua igreja, de entregar seu dízimo, de orar por missões, como enviar tal candidato ao seminário? Seria loucura. Paulo e Barnabé já tinham demonstrado o seu amor por Deus, servindo ao Senhor na igreja local. É bom frisar um detalhe importante, havia outros homens na igreja de Antioquia servindo a Deus, mas nem todos foram chamados, apenas Paulo e Barnabé. Daí baseado nesse fato digo: Nem todo que serve a deus na igreja local, será chamado para servir ao Senhor no ministério, mas todo o que é chamado para o ministério, já serve ao Senhor em sua Igreja Local.


O segundo fator importante e indispensável para a formação de um missionário é o CHAMADO DO ESPÍRITO SANTO DE DEUS, ou seja é o chamado de Deus para um serviço especifico. O Espírito Santo chamara para a obra, aqueles que já estão atuando dentro da igreja local. O chamado de Paulo e Barnabé no meu entender, aconteceu da seguinte forma: O culto estava sendo realizado, a igreja estava reunida, e aí o Espírito Santo usando um profeta anuncia o chamado desses homens a Igreja e aos mesmos ao mesmo tempo. É claro que nos dias de hoje tal forma não mais acontece, devido tal pratica ter sido cessada com o fim do Canon das Escrituras. Hoje o Espírito Santo fala ao coração do chamado através da Palavra de Deus pregada ou lida, manifestando no coração do chamado um profundo ardor por missões que o incomoda profundamente. Quando o Espírito Chama alguém para o ministério, Ele faz com que o seu desejo por missões e pelo amor pelas almas, seja acrescido de forma diferenciada, o chamado passa a respirar missões com um maior ardor, e a praticar com maior intensidade esse desejo no seu viver diário, tanto na igreja local como no seu dia a dia. Um outro fator que precisa ser destacado é que o Espírito Santo produz no coração do chamado uma convicção clara, a onde a certeza do chamado nunca pode ser colocado em cheque, pelo contrário, cada dia cresce a convicção a certeza de que Deus o chamou. É maravilhoso quando alguém entra no ministério chamado por Deus, mas é horrível quando se entra pelo chamado do homem. Li certo dia uma frase que me chamou muito a atenção: “EXISTE O MISSIONÁRIO CHAMADO E O CHAMADO MISSIONARIO” Dentro da minha pouca experiência no campo missionário digo que o CHAMADO de DEUS faz toda a diferença na vida do missionário. Só se mantém no campo missionário os que de fato são chamados, pois a pressão é terrível, as dificuldades enormes e o trabalho árduo. Sem o chamado de Deus, é impossível permanecer no campo. O chamado de Deus em nossas vidas é sempre um ato de misericórdia. Se formos analisar as nossas atitudes, os nossos olhares, as nossas palavras e pensamentos, chegaremos rapidamente à conclusão de que não merecemos as coisas que e Ele faz por nós. É por isso que a nossa vocação, seja ela qual for, nunca significará que Deus nos escolheu devido à nossa capacidade ou à nossa experiência. Você já deve ter ouvido a frase: “Deus não escolhe os capacitados: Ele capacita os escolhidos”. Essa é a mais pura verdade. É claro que isso não quer dizer que não devemos estudar ou que não devemos buscar uma formação mais sólida. Não é isso. Precisamos sim avançar para águas cada vez mais profundas em relação ao conhecimento de Deus e das coisas de Deus. Só não podemos perder de vista o fato de que o Senhor escolhe aquele que Ele quer, ou seja, não depende das nossas qualidades ou do nosso currículo. Paulo e Barnabé não foram escolhidos por em si algo que despertou em Deus o chamado, nem os demais não foram chamados por causa de não terem chamado a atenção de Deus. Nem um e nem outra dessas colocações foi o fator predominante, Max sim a GRAÇA e MISERICORDIA do SENHOR.


O terceiro fator indispensável na formação de um missionário é o RECONHECIMENTO DO CHAMADO PELA SUA IGREJA LOCAL. Deus ama a sua igreja e não realizará o seu eterno propósito sem o aval da mesma. Nada pode acontecer no reino de Deus aqui na terra, nada fora da aprovação da Igreja local. Por essa razão, o candidato que almeja as obras do episcopado (no meu modo de ver seria a tradução correta, porque muitos desejam somente o cargo, o ofício e não as obras decorrentes do cargo, o desejo, o ardor deve ser pelas as atividades e não pelo cargo), precisa ter a provação de seu chamado por sua igreja local. Conheço casos em que a igreja não aprova ou não reconhece o chamado do candidato, ai ele se revolta com a decisão da igreja e se transfere para outra com o fim de ser aceito como missionário. Esse fato mostra duas coisas: Primeira, a igreja estava certa no seu parecer. Segundo, tal candidato nunca foi chamado por Deus. O candidato chamado para o campo terá a paciência necessária para esperar a benção de sua igreja, ele é acima de tudo um crente subordinado a sua igreja local. Porque se não se submete a liderança local, será um problema para os colegas de campo. Nos tempos de Paulo e Barnabé esse reconhecimento do chamado era feito com as imposições de mãos, era uma pratica normal da igreja primitiva para reconhecer diáconos (At 6.5-6); pastores(1 Tm 4.14); e missionários(At 13.3). Até hoje eu me pergunto por que só se usa dessa pratica no caso de ordenação ao pastorado e não para os demais cargos citados acima. No meu modo de ver e entender, acredito que não haja mais necessidade nos dias de hoje de tal pratica, creio que a mesma foi restrita apenas ao período apostólico. Todavia, não fico escandalizado ou me oponho às igrejas que assim prefiram se utilizar-se da mesma. Acredito que o reconhecimento da igreja de Cristo a uma pessoa chamada ao ministério seja o fato de autenticar o chamado por meio dos serviços prestados pelo candidato na igreja local, pelo seu testemunho pessoal, pela recomendação desse candidato à uma seminário e por meio do sustento para suprir seus estudos e respectivamente para sustentá-lo no campo missionário após seus estudos. Um outro fator fundamental do reconhecimento do chamado de um candidato ao campo missionário, deve ser a oração incessante da igreja em favor da sua vida e de seu chamado. Sem demagogia alguma posso dizer, “A MAIOR CONTRIBUIÇÃO QUE UM MISSIONÁRIO PODE RECEBER DE UMA IGREJA É A ORAÇÃO” Tenho vivenciado isso diariamente, tenho apenas 05(cinco) igrejas que me sustentam, que se associaram comigo no nosso ministério. Todavia o maior sustento que recebo e que sustenta o nosso ministério e me faz vencer as lutas e adversidades, não são as ofertas que recebo, mas sim as orações que são feitas em nosso favor. Porque existe situações que o dinheiro acaba, as necessidades chegam, as portas se fecham, as perseguições batem a porta e o nosso escape são as orações que são feitas a Deus em nosso favor, que levantas o nosso animo, que redobra a nossa disposição e que nos dar direcionamento nas decisões que precisamos tomar. Ouvi certa vez em uma mensagem em uma conferencia missionária, o relato do preletor que contou um caso vivenciado por ele. Falou que numa determinada noite se sentiu incomodado pelo Espírito Santo para orar por um colega um colega de ministério, ele se levantou se colocou de joelhos ao lado da cama e intercedeu por seu colega. No dia seguinte o seu amigo lhe ligou para falar de um grande livramento que teve na noite anterior, contou-lhe que Deus o livrou de cair com o carro na ponte que estava quebrada, o pneu do carro furou e ao descer do carro avistou a ponte a 15 metros quebrada. O preletor perguntou a que horas aconteceu tal livramento, ele disse as 3.00 horas da manhã, com lagrimas nos olhos o preletor falou pra seu colega, foi exatamente nesse horário que o Espírito Santo me acordou para orar por você. Amados, as ofertas são essências para o sustento do missionário, mas as orações são mais preciosas, é tanto que Paulo quando escreve às igrejas ele não pede dinheiro, mas sim oração para a palavra de Deus se propague, para ter ousadia e poder na proclamação do Evangelho, para que Deus o livre dos homens maus e assim por diante.(2Ts 3.1; Ef 6.18-19; 2Ts 3.2). O missionário que vai ao campo sem o reconhecimento da Igreja Local, não terá nenhum sucesso. Para ter as bênçãos de Deus e ser bem sucedido no mistério se faz necessário o reconhecimento do chamado do candidato pela igreja, caso contrário, se tiver outro procedimento fora esse, tanto a igreja, quanto o missionário estarão em desobediência ao modelo divino.


O quarto fator indispensável na formação do missionário é o AUXILIO DOS COLEGAS DE MINISTERIO.Paulo e Barnabé em sua primeira viagem missionário como o auxilio do João Marcos, que com certeza foi de grande valia no desenvolvimento dos trabalhos. Os missionários e pastores precisam do apoio dos colegas do campo, fico triste quando vejo colegas se isolando, se afastando das reuniões de pastores, não se envolvendo das atividades do grupo, isso é ruim amados para quem toma essa atitude. A bíblia diz quem que se isola busca os seus próprios interesses (Pv 18.1). Poderíamos com a permissão do Espírito Santo parafrasear o versículo de Gn 2.18 da seguinte maneira “....Não é bom que o missionário esteja só, arrumarei auxiliares que lhe sejam idônios”. A amizade dos colegas, dos pastores sem dúvida alguma é uma benção para a vida do missionário. Paulo sempre tinha um companheiro em suas viagens para ajudá-lo a desenvolver a obra do Senhor. Paulo sentia a ausência dos amigos (2Cor 2.12-13); Ficou feliz em receber a visita de Tito quando enfrentava dificuldades(2 Cor 7.5-6. Tenho tantas saudades da comunhão dos pastores do Cariri, onde participava das reuniões mensais com meu colegas, era uma benção. Como também do SBC a onde muitos deles trabalham e tínhamos a oportunidade de nos aconselhar trocar experiências. Hoje aqui em Porto Velho, vivemos isolados, não temos com quem conversarmos, dividir as cargas, orar juntos, compartilhar as nossas lutas, isso é muito ruim. Ainda bem que existe a internet, aí quando a coisa aperta mando um imail pra um colega pedindo auxilio, ajuda, conselho e Deus me conforta o coração. O missionário precisa se envolver com as igrejas da mesma fé e ordem que existem no seu campo, ou no campo próximo ao seu ambiente de trabalho. Deve estar sempre presente nas reuniões de pastores, se programe, geralmente já tem um calendário das reuniões, não marque nada naquele dia, e participe, se envolva com os colegas, isso é bom pra você e para eles também. O missionário não só precisará do auxilio dos colegas do campo, mas também dos demais da mesma fé e ordem, portanto escreva, envie imail contando do que tem feito, seus projetos, para que possa contar com o auxilio de outros colegas. Ouvi ceta vez uma mensagem pregada pelo Pr. Francisco de Assis da Igreja Batista Bíblica Betel, essa mensagem tinha três pontos; 1. Deus não depende de nós; Nós dependemos de Deus; Nós dependemos uns dos outros. Uma grande verdade, dependemos de Deus e um dos outros, portanto é loucura fazer a obra isolado, não vai muito longe quem assim procede.


O quinto fator indispensável na formação do missionário é a OPOSIÇÃO DO DIABO AO SEU MINISTÉRIO. Paulo e Silas enfrentaram a oposição do diabo em sua primeira viagem missionária, o mágico usado pelo inimigo se opunha a Evangelho de Cristo. Todos os missionários enfrentam tal oposição, é uma regra geral e não uma exceção. A obra missionária em si já trás suas dificuldades . Jesus disse que a seara é grande, essa é a primeira dificuldade, disse também que são poucos os trabalhadores, outra dificuldade latente aos nossos olhos.(Mt 9.37-38) Paulo disse aos irmãos de Tessalonica que existia homens maus e perversos que procurava criar dificuldades ao seu ministério.(2Ts 3.2-3). Por traz das oposições está o dedo do diabo, ele não usa somente os descrentes, mas também os próprios crentes para trazer dor e sofrimento ao missionário, com o fim de paralisá-lo. Paulo diz que por duas vezes foi barrado pelo diabo, quando desejou visitar os irmãos de Tessalonica(1Ts 3.18). O inimigo não mudou amados, continua a fazer a mesma coisa, se opor ao trabalho do missionário, procurando destruí-lo, e para isso faz de tudo para que tudo der errado. Usa todos os meios possíveis e impossíveis para derrotá-lo. Mas como disse Paulo, mas o Senhor guarda do maligno os servos do Senhor. Eles não serão destruídos, pelo contraio, concluíram a obra que o Senhor determinou para eles os cumprissem. Lembram de Neemias? O diabo fez de tudo para paralisá-lo, mas quanto mas fazia, é que Neemias se fortalecia com os demais irmãos, a oposição era o combustível que movia e encorajava os servos de deus a permanecerem firmes, unidos com o fim de alcançar o propósito determinado por Deus. Lutar contra os propósitos de Deus é perca de tempo, quando ele escolhe alguém para executar uma obra, essa obra será realizada, mesmo que se levante “crentes”, “pastores” contra o servo de Deus,mesmo que as calunias, mentiras no caso de Neemias foram levantadas, ele sobreviveu a todas e concluiu sua obra. O servo de Deus não morrerá sem que antes conclua aquiloque o Senhor determinou que o fizesse. Foram 04(quatro) tentativas para se abrir um trabalho Batista Regular em Porto Velho, a primeira foi por uma igreja Batista da Fé em Manaus, não deu certo, outra por meio do Pr. Benicio da Silva enviado pela missão Paulo de Tarso, também não vingou, outro pelo missionário José Ribeiro Carvajal em Candeias do Jamari por meio da missão Mibrac do acre, também falhou, e a quarta por mim e ela deu certo. Quis Deus me levantar por pura GRAÇA e MISERICORDIApara ter o privilégio de fundar a Primeira Igreja Batista Regular em Porto Velho, e também me concedeu o privilégio de participar da fundação e edificação da Segunda Igreja Batista Regular, que esse ano com a graça do Pai será organizada em Igreja. Ele vai cumprir seu projeto por meio das nossas vidas, é inútil lutar contra os planos do Senhor. Se faz preciso que as igrejas, os seminários preparem muito bem os futuros missionários sobre as dificuldades que eles enfrentaram no campo, não esconda nada, mostre que estarão sujeitos a tido tipo de oposição. Para que eles não fiquem enganados e se decepcione quando estiverem na obra. Paulo depois de fundar igrejas e lideranças voltava fortalecendo a fé dos discípulos mostrando a eles que se era necessário esta preparado para enfrentar as dificuldades que viriam no campo(At 14.22). Jesus disse que o servo não é maior que seu Senhor, se fizeram o que fizeram com Ele, quanto mais com os discípulos. Disse em outra vez que no mundo teríamos tribulações. Então não se engane com a obra missionária, venha preparado para enfrentar as oposições, não tenha medo, Deus estará com você, lhe dando tudo que você precisa e necessita para superar as adversidades.


O ultimo fatos indispensável na formação do missionário é A DEMOSTRAÇÃO DE GRATIDÃO A IGREJA LOCAL E AS DEMAIS IGREJAS CO IRMÃS. Como manifestar essa gratidão? Em atos 14.26-28 Paulo mostra como o missionário pode demonstrar gratidão as igrejas que o apóiam. Prestando contas de seu ministério as igrejas, visitando sempre às que pode e às que não pode, mande cartas, imail, ligando para seu pastor dando noticias. Postando vídeos na internet sobre o trabalho, criando um blog para divulgar as noticias do campo missionário. Isso é muito importante para a igreja como para o missionário, pois criam um laço de companheirismo entre o missionário e igreja.Ajuda a igreja orar pelas necessidades urgentes do trabalho. Ajuda a igreja a conhecer sobre o trabalho que estar sendo desenvolvido pelo missionário, como também de avaliar se está sendo feito o investimento correto ou não de suas finanças na obra missionárias. Sem falar que é uma maneira de ser grato pelo apoio recebido, ninguém é obrigado em contribuir no ministério do missionário, isso é um ato de GRAÇA, uma vez que você foi agraciado por Deus, seja grato a Deus e a igreja ou igrejas que lhe ajudam, comunicando-lhes as maravilhas que Deus tem realizando por meio de seu ministério. Esse ato desenvolvido pelo missionário, com certeza abençoará sua vidas, por meio das orações que elereceberá e por um aumento de colaboradores que serão tocados por deus por meio de sua gratidão.



Não é fácil fazer a obra missionária, mas pra realizá-la é necessário que a mesma seja feita dentro dos padrões bíblicos estabelecidos na Palavra de Deus. Que Deus nos conceda um coração obediente, que aplique os ensinamentos do nosso Senhor nos projetos relacionados a Sua obra. Para que além de fazermos a coisa certa, possamos fazer movidos pelas motivações certas.



Que Deus nos abençoe.


No amor de Cristo,


Pr. Marcos Glaison Alencar Ferreira

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